Transpantaneira 2015

Transpantaneira liga a cidade de Poconé até a localidade de Porto Jofre, na beira do Rio Cuiabá, na divisa dos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul. A travessia percorreu toda sua extensão saindo de Porto Jofre no km 147 e chegando a localidade de Poconé no Km 0, totalizando 147km de travessia.

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A travessia da TRANSPANTANEIRA não é uma ultramatona onde você paga inscrição e sai as em determinado horário, é um desafio de superação e determinação. Objetivo é sair da zona de conforto e criar um desafio, algo que vai além de uma simples corrida, correr em lugar único em meio a natureza.

Para esse desafio convidei dois amigos, o Cristian na qual já fizemos vários desafios juntos e João Tarcísio, esse último corremos juntos uma ultramatona na selva em Manaus. IMG_3333

Chegada em Cuiabá foi meio conturbada devido extravio da minha bolsa, já estava aceitando a ideia e comprar um tênis novo e roupas p/ correr, mas depois de 7h de espera recebi minha bolsa e meus equipamentos.

No dia seguinte embarcamos p/ Poconé – MT, ali inicia TRANSPANTANEIRA mas achamos melhor começar do final, assim poderia mapear e fazer os pontos para acamparmos. Tínhamos em mente que poderíamos fazer em 2 ou 3 dias correndo e isso dependeria de onde encontraríamos um lugar de acampar.

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As margens do rio Cuiabá

Chegamos a Porto Jofre – MT, fica no final da TRANSPANTANEIRA, o lugar não tem nada, somente hotel luxuoso, camping e casa para pescadores alugar, nada de mercado, posto combustíveis e etc.

Primeiro dia levantamos as 4h da manhã para corremos 80k e acampamos a margem do rio Pixaim, foi o único lugar seguro, com rio onde podemos tomar um banho e descansar. Aos poucos sentimos que não seria nada fácil, após as 10h a temperatura fica em torno dos 42ºC, o sol parece que cada um leva o seu devido calor.

Segundo dia restou mais 67k para completarmos a travessia, levantamos IMG_3363novamente as 4h da manhã e as 5h saímos para finalizarmos, os primeiros 15k foram duros, corpo ainda dolorido do dia anterior, levou tempo para conseguir ganhar ritmo, mas aos poucos fomos se sentindo mais forte e mais perto do final.

Cheguei cansado, aniquilado mas com muita satisfação de ter concluído a travessia essa travessia única.

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O cansado passa mas o que fizemos de importante fica marcado para sempre, o cansaço é passageiro mas a gloria é eterna.

Agradeço as meus parceiros Cristian Peres e João Tarcisio de Castro que deram o melhor de si nesse projeto.

Hélio Fenrich

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